Certificação técnica da capacidade real do seu ecossistema digital — a linha entre o crescimento planejado e a queda no exato momento de maior faturamento.
A estabilidade de um sistema crítico deixou de ser pauta exclusiva de infraestrutura. Hoje, é faturamento, reputação e margem operando sob risco silencioso.
O temor de que os servidores colapsem justamente na janela de maior dependência financeira — rematrículas, Black Friday, lançamentos.
Em serviços premium e de alto ticket, lentidão não é um incômodo técnico: é uma promessa de marca quebrada, em público.
Elevar instâncias na Azure/AWS mascara consultas lentas e lógica ineficiente — e drena a margem, mês após mês.
Sem uma baseline técnica confiável, todo lançamento ou migração é uma aposta sobre um limite que ninguém validou.
A maioria das consultorias entrega gráficos genéricos de CPU e tempo de resposta — dados sem causa. Nós entregamos a query, a thread e a linha de código exatas.
| Consultorias tradicionais | Ferramentas automáticas | Abordagem FATTO |
|---|---|---|
| Laudos passivos, cheios de gráficos de prateleira, sem correlação técnica — a resolução fica inteiramente com o cliente. | Simulações robóticas e lineares que não espelham o comportamento real de navegação nem o fluxo de dados. | Correlacionamos o tempo de resposta da transação diretamente à telemetria física de hardware — CPU, I/O, threads, memória. |
| Atuação reativa: o diagnóstico chega depois que a instabilidade já derrubou o sistema em produção. | Alto volume de falsos positivos, sem capacidade de decifrar loops lógicos ou conflitos de banco de dados. | Apontamos o exato componente limitador — NGINX, threads do Tomcat, ou locks de banco SQL Server. |
| Visão restrita ao hardware, sem leitura da arquitetura de software do cliente. | Risco elevado de ruído técnico em ambientes integrados e complexos. | Entregamos a query ineficiente ou a trigger lenta e indicamos precisamente como refatorar, no código. |
Relatório bonito não corrige um deadlock no SQL Server. Diagnóstico sem prescrição é só um PDF de prateleira — e a sua equipe continua sem saber por onde começar.
Carga, estresse e resistência respondem a perguntas de negócio diferentes — e só as três juntas revelam o risco completo do ecossistema.
Simulação de transações simultâneas em ambiente espelho, com volumes baseados em dados reais de log e telemetria histórica.
Cargas muito acima do tráfego esperado e surtos repentinos de concorrência, forçando deliberadamente o ponto de ruptura.
Carga moderada a alta, mantida de forma ininterrupta por horas ou dias, para capturar falhas silenciosas de longo prazo.
Carga mostra o teto normal. Estresse mostra o ponto de ruptura. Resistência revela o que só aparece depois de horas ligado. Sem as três lentes, você enxerga só parte do risco.
O Performance Spot resolve o gargalo urgente e estabelece a baseline de capacidade. A partir daí, a relação evolui para observabilidade contínua.
Modelagem do ambiente, da massa de dados e das jornadas críticas a serem simuladas.
Disparos de carga, estresse e pico, com correlação direta à telemetria de infraestrutura.
Laudo técnico traduzido de forma acionável para desenvolvimento, DBA e infraestrutura.
De 30 a 60 dias para o time do cliente aplicar os ajustes indicados no laudo.
Confirmação técnica de que os gargalos foram eliminados e a baseline evoluiu.
O Assessment de Carga é o ponto de entrada — resolve a dor urgente e estabelece a baseline. Muitos clientes seguem depois para monitoramento contínuo integrado à esteira de CI/CD. Um relacionamento técnico, não um projeto isolado.
Preço global fixo, sem surpresas de escopo. O pacote certo depende da complexidade do ecossistema a ser validado.
Qualquer escopo com chatbots ou agentes de IA generativa entra automaticamente no Custom — a variabilidade de latência de terceiros e os limites de token exigem engenharia sênior dedicada.
Uma conversa técnica de 15 minutos costuma ser suficiente para mapear se o seu ecossistema está pronto para o próximo pico — ou correndo um risco que ainda ninguém validou.
Aumentar servidores diante da lentidão não resolve — apenas esconde. No Brasil, a indisponibilidade custa de R$ 250 mil a R$ 600 mil por hora para médias empresas. Um segundo a mais de latência no checkout já reduz vendas em até 15% e eleva chamadas ao SAC em até 45%.
A pergunta não é se o seu ecossistema aguenta. É se alguém já validou isso empiricamente.