Seminário de Planejamento da Contratação de Software com ênfase em Métricas e Modelos de Custeio

 

 

MOTIVAÇÃO

 

A necessidade da avalição do valor da TI, o gerenciamento dos riscos relacionados a ela e as crescentes necessidades de controle sobre as informações são agora entendidos como elementos-chave da governança corporativa. Valor, risco e controle constituem a essência da governança de TI.

 

No que se refere ao desenvolvimento e manutenção de sistemas, seja sua execução interna ou contratada, esses três pilares apenas podem ser erguidos sobre uma unidade de produto que seja representativa dos resultados entregues no atendimento dessas demandas. 


Especificamente no que se refere à contratação de software, os profissionais envolvidos no planejamento e execução das contratações têm uma maior vivência na realização dessas atividades usando como referencial a supervisão onde o principal item a ser administrado é o trabalho e não o produto resultante dele. 

A tendência atual tem sido a mudança a partir desse paradigma. Esse movimento acontece tanto na esfera da administração pública (com iniciativas como a IN04) como nas empresas privadas e do terceiro setor (com iniciativas de implantação de modelos de gestão baseados no COBIT). A natureza desse novo paradigma é a gestão de contratos de software pelo estabelecimento de metas e o monitoramento de seu cumprimento em termos de métricas e modelos de custeio definidos observando primariamente aspectos externos ao processo produtivo e que podem ser tratados em um nível de informação acessível ao cliente. 

A motivação da FATTO ao realizar o «Seminário de Planejamento da Contratação de Software com ênfase em Métricas e Modelos de Custeio» é: 

  • Facilitar a transição na gestão de contratos de software de forma que as decisões relativas à metrificação e à definição de modelos de custeio sejam tomadas de maneira informada e consciente após uma análise crítica das opções disponíveis, dos pontos fortes e fracos associados a essas opções.

 

Objetivos

 

OBJETIVO 

O principal objetivo deste trabalho é: 

  • Alavancar a maturidade na gestão de contratos de software indo além da Análise de Pontos de Função (APF) como método de medição e dos modelos de custeio em que ela está inserida, ainda que esses sejam o foco do trabalho.

A intenção é nivelar o entendimento dos participantes sobre os fundamentos da análise de pontos de função, suas aplicações principalmente em modelos de custeio e contratos de software e como pode ser implantada na organização patrocinadora. Isso sem se restringir à APF ou à medição propriamente dita e tem como base o curso Análise de Pontos de Função: Fundamentos, Benefícios e Implantação

Os tópicos abordados durante a etapa de nivelamento e identificados pelos participantes (ou recomendados pelo instrutor) como necessitando de uma exploração mais profunda são relacionados visando posteriormente em sessões de oficina de planejamento:

  • Relacionar alternativas de solução para o seu contexto em particular;

  • Avaliar os pontos fortes e fracos associados a cada uma dessas alternativas

  • Oferecer espaço para discutir as oportunidades para a organização patrocinadora.

DIFERENCIAIS DA FATTO 

Porque a FATTO é a melhor opção para sua organização:

  • A FATTO é a primeira empresa brasileira de medição e análise de software em atuação, operando uma fábrica de medição e serviços de validação de requisitos e metrificação nas instalações de seus clientes que permitem que sua equipe esteja sempre informada dos desafios e oportunidades associada à medição de software;

  • Constante trabalho de pesquisa e desenvolvimento a partir da seleção, levantamento e análise de mais de 100 editais públicos para contratação do desenvolvimento e manutenção de sistemas baseados em métricas de software;

  • Instrutores com domínio acadêmico no assunto complementado por fundamental experiência obtida a partir de sua atuação profissional como consultores na gestão de contratos com métricas de software em grandes organizações públicas e privadas;

 

Conteúdo

 

CONTEÚDO DO CURSO DE NIVELAMENTO 

  • O que é a Análise de Pontos de Função
  • Objetivos da Análise de Pontos de Função
  • Requisitos e a ISO/IEC 14.143
  • Os Requisitos Funcionais e a Análise de Pontos de Função
  • Caso de Análise: Identificando e ponderando os serviços e tarefas do usuário
  • O que é Usuário e a Visão do Usuário para a medição
  • O processo de medição
  • Benchmarking
  • A APF na Gerência de Projetos
  • O Papel dos Indicadores: Um Caso prático
  • Fundamentos de Estimativa
  • O “Cone da Incerteza”
  • O Processo de Estimativa
  • APF e a Instrução Normativa 04 do MPOG
  • Pontos de função como unidade em contratos de preço unitário
  • Acordos de nível de serviço nas relações comerciais medidas em pontos de função
  • O Planejamento e Mobilização para implantação da APF
  • Adequando Processos para Acomodar Medição Funcional
  • Preparando Pessoas e Adequando a Organização
  • Conclusão

 

Benefícios

 

Na etapa de nivelamento, o participante aprende qual a base da Medição de Tamanho Funcional (FSM) em geral e da APF em particular e como ela transforma essa base - os requisitos funcionais - em um número - os pontos de função. Em resumo, o participante passa a entender o que a APF mede e como lidar com aquilo que ela não mede

O participante entende como aqueles aspectos desconsiderados pela APF - os requisitos não funcionais - são ponderados em contextos onde a APF é utilizada para medir os produtos do desenvolvimento e manutenção de software. 

O produto das sessões de oficina de planejamento é uma pauta estruturada em tópicos para encaminhamento junto à administração da organização patrocinadora com recomendações para diversas dimensões como, por exemplo:

  • Escopo total do contrato incluído no preço unitário (R$/PF) em termos das diferentes Fases, Disciplinas ou Artefatos; 

  • Tipos de requisitos não funcionais válidos de maneira generalizada na organização patrocinadora para quaisquer aplicações (ou grupos de aplicações), identificar casos e elaborar meios de qualificar alguns títulos de exemplo; 

  • Política para lidar com divergências entre contagens apresentadas pela Fábrica de Software e aquelas apuradas pela organização patrocinadora; 

  • Momentos em que se devem realizar medições ou estimativas conforme as necessidades de gesto da organização patrocinadora; 

  • Políticas gerais quanto aos níveis de serviço no que se refere prazo, qualidade, capacidade, etc. 

  • Medir de forma consiste o que no pode ser medido pelas contagens de Projeto de Melhoria ou Projeto de Desenvolvimento pelo método do IFPUG; 

  • Classificar os diferentes tipos de ocorrência de defeitos conforme o grau de severidade e criticidade, exemplificando como ponderar esses tipos;

  • Cálculo do valor agregado em pontos intermediários ao longo do progresso do projeto.

A experiência propicia aos participantes uma visão ampla, informada e consistente da contratação baseada em resultados melhor o preparando para atuar no planejamento e fiscalização de contratos de desenvolvimento e manutenção de sistemas.

  

Resultados Esperados


PÚBLICO ALVO 

Profissionais envolvidos na implantação, desenvolvimento, garantia da qualidade e contratação de software.

PRÉ-REQUISITOS 

Não há. 

Plano de Trabalho



CARGA HORÁRIA 

8 horas no curso de nivelamento e 16 horas de oficinas de planejamento. Este curso dá direito a um crédito de 8 PDUs do programa de certificação PMP. 

MATERIAL DIDÁTICO 

Apostila com os slides do curso, cartão de referência, gabarito dos exercícios e certificado de participação (arquivo formato PDF).

 

PRÉ-REQUISITOS E CONDIÇÕES OPERACIONAIS 

Local de Trabalho e Apoio Logístico 

Os serviços serão desenvolvidos nas instalações fornecidas pela organização patrocinadora. Ela deverá fornecer o apoio logístico necessário à realização dos serviços, abaixo discriminado:

  • Sala de treinamento para o curso de nivelamento;
  • Espaço para reuniões para as sessões de oficina;
  • Projetor;
  • Quadro flip chart;

Obs.: não é necessário o uso de computadores durante o curso, sendo recomendado que haja por parte dos participantes ao menos um notebook para registro da memória das oficinas; 

 

 

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