Como aperfeiçoar a distribuição dos riscos de produtividade entre as áreas de negócio e organizações de desenvolvimento de software; simplificar o monitoramento e controle do trabalho pela inclusão de medição não funcional para funções intrinsecamente com altas taxas de entregas em função de respostas de projeto e implementação a requisitos não funcionais em organizações com práticas maduras de governança de TI.

Publicação

IFPUG Metric Views | Vol. 14 | Issue 1

Data

Março / 2020

Autor

Carlos Eduardo Vazquez

Por que é importante

Estimativas em pontos de função são ótimas quando as taxas de entrega médias são significativas. Contudo, não é raro haver alguma funcionalidade da aplicação com taxas de entrega altíssimas. Porque são desconhecidas quantas funções carregam essa produtividade baixa e o quão baixa ela é, trata-se de uma questão de gestão de riscos; e isso agrega variabilidade desnecessária ao estimar agora que temos o SNAP do IFPUG. Você tem o benefício da menor variabilidade ao usar uma estratégia como a franquia de seguros sem o custo adicional de medir cada funcionalidade com o SNAP.

Quando se aplica

O modelo de estimativa de taxa de entrega média é o meio mais simples de estimar a partir de pontos de função.
Uma vez que a taxa de entrega seja escolhida por similaridade, ela é multiplicada pelos pontos de função medidos ou aproximados, para planejar ou monitorar o desempenho do trabalho. A maior variabilidade é ponto fraco deste modelo simples. A variabilidade é em sua maior parte devido à “complexidade não funcional” se desconsiderarmos problemas de desempenho. Este conteúdo é útil quando há necessidade de quantificar a “complexidade sentida, mas não medida pela APF”.